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quarta-feira, 20 de junho de 2012

"pode uma mulher esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti." Isaías 49.15
 
Quando eu tinha 23 anos, tomei a melhor decisão de minha vida.
Pedi em casamento uma mulher bonita e engenhosa.
E ela aceitou, contrariando os conselhos de suas amigas, de sua família e de uma boa parte dos habitantes do mundo ocidental.
No dia do nosso casamento, as damas de honra usaram roupa preta.
Por oito anos, eu fui um exemplo de responsabilidade.
Trabalhava muito.
Enxugava a louça.
Abaixava a tampa do vaso sanitário.
Logo depois, minha esposa engravidou.
Passei a freqüentar cursos de gravidez e aprendi a ser solidário.
Quando levamos Spencer para casa, eu me levantava a noite com minha esposa para alimenta-lo.
E, quando ele regurgitava em mim, eu agia com bom humor.
Três meses depois do parto, Joan voltou a trabalhar fora, em seu emprego de meio expediente.
Na manha do primeiro dia de trabalho, ela me alertou para ficar de olho em nosso filho.
Senti-me ofendido e disse a ela:

- Por favor, querida, será que já não provei que sou um pai confiável?

Por isso, penso que foi a desconfiança de minha esposa que me fez esquecer de levar meu filho comigo quando fui a mercearia naquela tarde.
Eu já estava a caminho da mercearia quando olhei ao redor.
Ele não se encontrava ali.
Corri para casa e o encontrei no berço, olhando-me com ar carrancudo.
Eu sabia o que ele diria quando aprendesse a falar.
Confessei meu erro a Joan em um jantar a luz de velas, presenteando-a com uma nova pulseira de prato.
Por ser cristã, Joan perdoou-me e deu-me mais uma chance.
Na manhã seguinte, após ter-me algemado a Spencer, ela disse: 


- Querido, eu confio em você.

Ao refletir sobre esta experiência, aprendi duas lições:

A primeira é que ter filhos causa um dano irreparável às áreas do cérebro relacionadas com a memória,

e a segunda... Ah... Qual é mesmo a segunda?  

Ah sim, às vezes, todos nós nos sentimos esquecidos.

Na verdade, aprendi a segunda lição quando era criança.
Durante uma viagem de carro, minha família também se esqueceu de mim.
Estávamos de férias - cinco crianças, mamãe e papai - e paramos para comer do Stuckey's.
Eu estava no banheiro quando eles entraram no carro e partiram
Só depois de rodaram mais de 30 km foi que notaram a falta de um dos filhos.
Fizeram uma votação, mas mamãe mudou de idéia no ultimo minuto.

As vezes, então, podemos nos sentir esquecidos.
O texto mais triste da bíblia é quando Cristo pergunta a Deus por que Ele o abandonou.
Se Cristo sentiu-se desamparado, como é que nós podemos deixar de nos sentir esquecidos e abandonados?
Alguns estudiosos da bíblia dizem que não foi isso que Jesus quis dizer, quando clamou na cruz.
Eles dizem que Jesus estava citando a primeira frase do Salmo 22, e que repetiu aquelas palavras para confirmar a conclusão vitoriosa daquele salmo.
Tenho um grande respeito pelos estúdios da bíblia, mas eles estão redondamente enganados a respeito disso.

Penso que Jesus se sentiu esquecido.

Contudo, o tumulo vazio nos prova que Ele foi lembrado.

O mesmo acontece conosco.

E é isso que vou contar a meu filho assim que me lembrar de onde eu o deixei

Philip Gulley

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